Proteja as nossas pescas. Estão em jogo meios de subsistência.

A crescente procura global por produtos do mar tornou as águas africanas num íman para frotas de todo o mundo. Os arrastões europeus continuam a ser a principal presença estrangeira, mas nos últimos anos verificou-se também uma expansão de frotas da China, das Filipinas, da Rússia, da Coreia do Sul e de Taiwan.

Em cada ano, a região perde 1,3 mil milhões de dólares em produtos do mar devido à pesca ilegal. Para além de retirar receitas à região, a sobrepesca reduz as populações de peixe, diminui as capturas locais e prejudica o ambiente marítimo. Destrói comunidades, que perdem oportunidades no âmbito da captura, transformação e comercialização de peixe.

O lado bom desta tempestade é que estas questões estão agora onde deveriam estar, ou seja, no topo da agenda política internacional.