Reforma fiscal do G20 deve também beneficiar África

Uma reforma fiscal global tinha tudo para parecer uma questão com poucas probabilidades de entusiasmar e unir o mundo. No entanto, à medida que a revolta do público cresce face à escala inadmissível de evasão fiscal praticada pelas multinacionais, uma tal reforma tornou-se um fruto político ao alcance da mão. Quem poderia desafiar esta necessidade?

África pode ter apenas um assento na mesa do G20 mas representa 14% da população global. Com uma população jovem e em rápido crescimento, África representa não somente a maior fonte por explorar de petróleo, gás e minerais do mundo, mas também um mercado de consumo de elevado potencial.